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AS MULHERES NO COMANDO...

Um novo rosto foi apresentado ao mundo: a figura de Mary Barra foi anunciada assumindo a presidência mundial da General Motors (GM), empresa do segmento automotivo. Aos 51 anos de idade, ela é a primeira mulher a liderar a montadora norte-americana. Mary Barra é engenheira elétrica e trabalha na montadora desde os seus 18 anos de idade. Parece ser um avanço, uma grande conquista para as mulheres que, há anos, sofrem preconceito e são “boicotadas” quando o assunto é Liderança.
O que será que está atraindo os olhos das grandes empresas para a liderança feminina? Há quem diga que se deve pelo fato de serem mais sensíveis, mais ouvintes e apresentarem, em geral, maior flexibilidade no trabalho.
O fato é que as mulheres, aos poucos, quase que a passos de tartaruga, vêm alcançando seu prestigio na liderança de grandes empresas. Assim como Mary Barra, algumas mulheres tem mostrado que não é o gênero que traz resultados, mas sim a visão estratégica, as atitudes, bem como o comportamento, agregando valor.
Uma pesquisa recente da Consultoria Bain & Company relatou que das 250 maiores empresas do Brasil, somente 4% delas possuem uma mulher no comando, e só 14% dos cargos de gerência executiva são ocupados por mulheres. O que será que falta para elas conquistarem uma maior porcentagem neste percentual? Será a quebra de paradigmas? Será uma melhor formação? É de se pensar...
As atuais ocupantes dos mais disputados postos de comando do mundo, têm sua base de formação em exatas, logo elas tendem a serem mais racionais, contrabalanceando o aspecto naturalmente emotivo e sensível atribuído às mulheres. Será este o caminho? Será esse o motivo pelo qual estas líderes ganharam mais créditos de confiança nas grandes empresas? É de se pensar...
O fato é que a liderança transcende barreiras de gêneros, raça, credo, etc. Desde que o indivíduo reúna seus maiores esforços e competências para atingir o objetivo proposto, nenhum argumento haverá quanto as suas características nada determinantes para o mundo organizacional.

Fontes: Você/SA
Época Negócios